How can I say it? Where do I begin,
Everything you are is just what it says on the tin
Words that were honest, spoken from the heart,
Everything you did was just what you said from the start.
You are the angel with whom I would gladly live in sin,
Thanks for being exactly what it says on the tin.
I never doubted, and though I never shouted from the roof,
All about it, I'm with you every day as living proof.
Ain't gonna lose now, such a lot to win,
'Cos I will always know you're just what it says on the tin.
You are the angel with whom I would gladly live in sin,
Thanks for being exactly what it says on the tin.
I never doubted, and though I never shouted from the roof,
All about it, I'm with you every day as living proof.
Ain't gonna lose now, such a lot to win,
'Cos I will always know you're just what it says on the tin.
You're just what it says on the tin.
Katie Melua
LadyAnubis Diary
Que "a juventude está perdida e não tem emenda", já todos sabemos. É um discurso velho, sempre presente naqueles que já perderam a memória da sua propria juventude. Não vamos aqui partilhar convosco memórias da nossa juventude, mas sim reflectir muito brevemente sobre um tema proposto: a violência na Escola. A violência é um tema do nosso quotidiano. A Escola que, felizmente, não vive retirada desse quotidiano nem isolada do mundo, não escapa a esse clima de violência. Para uns, ela é o espelho dessa violência, para outros é, ela mesma, geradora de violência. Alunos, professores, pais e encarregados de educação, aqueles que formamos a comunidade educativa, somos sujeitos e objectos dessa violência.
Todos conhecemos alunos para quem a Escola "é uma seca" (o temo sugere uma situação de carência de um bem absoluto). Nesta autêntica travessia do deserto, o único oásis parece ser o grupo de pares, os colegas, aqueles que padecem da mesma sede. E um ou outro "stôr mais fixe", isto é, capaz de uma compreensão empática.
Para estes alunos, se não fosse o tempo e o espaço de sociabilidade que a Escola oferece, esta seria completamente insuportável. Os espaços de lazer e convívio são espaços de liberdade. As salas de aula um cárcere. Este desconforto parece ser causado pelo divórcio entre os objectivos da Escola - o que a Escola é e pretende que o aluno venha a ser - e os objectivos dos alunos. A proposta que a Escola faz aos alunos, baseada num sistema de valores e num conjunto de saberes, parece não ser aliciante para um número significativo deles. Para esses, os objectivos, que se definem por aquilo que a sociedade lhe mostra que é importante para se viver e vencer, são outros. Vale a pena o investimento aplicado no estudo, o esforço do trabalho intelectual? Para quê? Não há - e a realidade encarrega-se de o demonstrar - formas mais fáceis de lá chegar? A vida não está reservada para aqueles que "sabem viver"? À lógica do aprofundamento e do estudo, contrapõe-se a lógica da superficialidade; à lógica da sistematização e do trabalho, contrapõe-se a lógica do menor esforço; à lógica do empenho pessoal, contrapõe-se a lógica do sucesso por um preço mais baixo. E, bem vistas as coisas, não é isso mesmo que a sociedade - a sociedade em que se inserem os seus pais, os seus professores, os adultos - lhes demonstra? Estudar e tirar um curso para ficar no desemprego ou, na melhor das hipóteses, para ganhar uma miséria?
Este divórcio, entre os objectivos da Escola e os interesses do aluno, pode ser reforçado se houver um conflito de valores e principios entre a Família e a Escola. Quando estes dois sistemas não são complementares - por exemplo, quando os pais não cooperam positivamente com a Escola - o aluno sente reforçada a crença de que "não vale a pena".
Todos conhecemos professores para quem o dia-a-dia é violento e gerador de stress - um signo do nosso quotidiano - mesmo antes de entrarem nas suas Escolas. Professores que, para conseguirem conciliar as exigências de formação com as suas responsabilidades familiares e profissionais, têm que se deslocar diariamente mais de uma centena de quilómetros. Outros há que são forçados a viver afastados das suas famílias e experimentam angustiantes situações de separação. Outros, ainda, viram os seus laços afectivos - de que tanto dependem a segurança e o bem-estar - quebrados e a necessitarem de ser refeitos. Face a esta violência quotidiana, ditada pelas "exigências da profissão", que disponibilidade terão para o desempenho do seu trabalho docente? Que capacidade terão para transmitirem conhecimentos e, sobretudo, para se relacionarem saudavelmente com alunos. Que prazer terão na sua actividade profissional?
As nossas atitudes como educadores - pais, encarregados de educação, professores - são contraditórias: queremos - para os nossos filhos, para os nossos alunos e para nós mesmos - uma Escola ideal, onde se transmitam conhecimentos e cultivem valores sólidos, capazes de lhes assegurarem um bom e promissor futuro; por outro lado, situamo-nos frequentemente à margem desses ideais, revelamo-nos incapazes de os alimentar na nossa vida, falamos deles como um sonho mas nem sempre os trazemos para o nosso viver quotidiano e para as esferas de responsabilidade em que nos movemos. Muitas vezes, talvez sem disso nos apercebermos, cooperamos mesmo para que se instale um clima de surda violência na Família, na Escola. A competição desenfreada, a eliminação dos mais frágeis, o sucesso a qualquer preço, a confusão entre padrão de consumo e qualidade de vida - signos daquilo a que temos chamado progresso - alimentam esta violência em que quotidianamente mergulhamos.
José Carlos Gomes da Costa
UTADThis past few weeks violence and bullying in our schools here in Portugal is a normal thing to hear and read in our news
School violence is a serious problem, especially in public schools, so we shouldnt take this lightly
The text I have put up there is one of the many I have been reading about the subject, and I must say its one of the few I identify myself with
I really must apologize for the fact that the text is in Portuguese, if I had more time I would translate it, believe me that its worth reading
But as I was saying violence in our schools is really growing up, faster than we can imagine, I know the reality close
Not in my school, but from other schools I came in contact with
This is a terrible thing, and I just wished that we all (because it depends on us all) could put a stop to it
I am going to translate to you the last paragraph of the text above so you can know a little how I feel
Our attitudes as educators - parents, responsible for education, teachers - are contradictory: we want - for our children, for our students and for ourselves - an ideal School, where they transmit knowledge and cultivate strong values, able to provide them a good and promising future; on the other hand, we frequently set ourselves on the sidelines of those ideals, we are incapable of nurturing them in our lives, we speak of them as a dream but not always bring those to our daily living and for spheres of liability that are moving. Often, perhaps without realizing the appropriate, cooperate even for setting up a climate of violence in the deaf Family, in the School. The unbridled competition, the elimination of the weakest, success at any price, the confusion between pattern of consumption and quality of life - signs of what we call progress - feed this violence where daily we plunge into
(sorry for the bad translation)
...
Devious Comments
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I'm just a wave in a Tide called Life.
Mas assim mesmo...
Não tenhas duvidas...
Há realidades que a maior parte das pessoas nem têm conhecimento...
Mas pronto...
Quando isto der um estouro pode ser que toda a gente sossegue...
É pena... Mas é verdade...
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Este país vai de mal a pior.
De mal a pior...
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I'm just a wave in a Tide called Life.
You are welcome my dear...
It was deserved...
A kiss
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Se quiseres posso sempre oferecer-me para fazer uma tradução integral. Claro que vou demorar uma eternidade (nem que seja para não ter de mostrar que a minha tradução é pior que a tua) e até lá já tu mudaste o jornal outra vez
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Keep it going! Keep doing your best! No fear in showing the worst!
Pancada já chega...
E então falta de respeito nem se fala...
Mas pronto foi no estado a que chegamos...
Deu se demasiado poder aos pais e aos meninos...
Sempre houve irreverência e eu sei bem do que falo que sempre tive em turmas jeitosas, mas nunca houve falta de educação ou respeito pelos mais velhos...
Mas pronto...
É melhor mesmo eu me calar se não sai asneira pela certa e depois amanha sabe se tudo...
Quanto á tradução... Estás á vontade para a fazer e até te agradeço...
Olha e tens messenger?... Dás mo?...
Tornava se mais fácil para falarmos...
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Keep it going! Keep doing your best! No fear in showing the worst!
A minha geração era "rasca" , porque era rasca de dinheiro, rasca para passar de ano, rasca de Jogos ou até mesmo de tecnologias, mas olhando para trás nós éramos uma geração genuína....Convivíamos uns com os outros, ajudávamos tudo e todos, tínhamos opinião pró
levávamos dos professores não por termos mau comportamento mas por não saber 2x3....E se fizesse-mos queixa aos pais ainda levávamos por cima. agora queria saber como foi o passado destes pais que " NÃO SABEM EDUCAR"?
Não me venham com Histórias de que o Mau é o Aluno, e que os pais não têm culpa, ou que a sociedade é que é culpada, e os pais desistem....
Acho que há uma falta de ensinamentos de valores.... contra mim falo pois tenho uma irmã desta NOVA GERAÇÃO, que eu chamo GERAÇÃO FARTA, pois têm a vida muito facilitada e como os meus pais pouca paciência têm a menina faz o que quer e o que ela quer.... Embora a educação esteja lá, mas que me interessa ensinar os meus se eles na escola são gozados ou até mesmo maltratados por fazerem o bem?
PEÇO DESCULPAS, MAS A CULPA É DOS PAIS....a Sociedade não vive em conformidade, mas o país e o mundo estão assim, cada qual por si, pk continuo a dizer, há falta de valores... no nosso tempo tb havia desemprego, nós lutava-mos contra tudo e todos.... porque se apanhamos na primária por alguma razão foi..
Pais.... que sociedade vamos ter daqui a 10/20 anos?
Cada Qual por si?
Adorei o texto, tu vives o dia a dia com experiências deste tipo... obrigada por tentares remediar/ensinar que os valores existem para se seguir...
Gosto de Tu..!
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